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Uma cena da vida e ministério de Jesus descreve de forma indelével o que a Carta aos Hebreus significa. Mateus 17 relata-nos que Jesus tomou seus três discípulos mais próximos e subiram ao monte, onde eles o viram transfigurado em glória, falando com Moisés e Elias. Pedro propôs construir um tabernáculo para a veneração desses três gigantes espirituais. Então, a glória da Shekinah entre nuvens os envolveu com resplendor e a voz de Deus disse: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mt 17.5). Quando os discípulos se refizeram de seu terror, não viram nem Moisés nem Elias, mas apenas Jesus. A glória associada a eles foi eclipsada pela de Cristo. Este é o tema da Carta aos Hebreus – a supremacia de Cristo, juntamente com a suficiência da sua obra e a necessidade da fé nele para a salvação.
“que seus leitores permaneçam na fé, não endureçam seus corações em face das dificuldades” (Page 145)
“Esta é a chave para a oração – orar frequentemente, orar abertamente, orar ousada e livremente e com contentamento de coração – saber que vamos ser vestidos com a justiça de Jesus Cristo, convidados por seu próprio ministério salvador, comprados por seu precioso sangue e antecedidos por sua intercessão compassiva. Esse é o segredo para orar vívida e alegremente.” (Page 152)
“regozijou com o conhecimento daquilo que seu sofrimento e morte iriam realizar, a saber, a redenção de um povo para si” (Page 509)
“A salvação depende da fé; esta é a chave que abre a fechadura da porta para a vida eterna” (Page 374)
“são de pouca utilidade para os outros no que diz respeito às questões da fé” (Page 178)
Os Estudos bíblicos expositivos em Hebreus de Richard Phillips são fiéis ao texto, cordialmente comprometidos com a ortodoxia reformada confessional e atentos às implicações práticas para a vida da igreja. Phillips mantém o foco onde está o escritor de Hebreus: Deus falando em seu Filho. Este volume, que pode ser lido com proveito por um público amplo, deve servir para remediar a relativa negligência deste importante livro do Novo Testamento na proclamação e vida das igrejas da Reforma. Este comentário deve contribuir para a pregação e ensino que mais plenamente ecoar todo o conselho de Deus.
—Richard B. Gaffin Jr., Professor de Teologia Bíblica e Sistemática, Westminster Theological Seminary, Filadélfia