Digital Logos Edition
Ao longo de três anos, o Dr. RC Sproul pregou 128 sermões sobre o Evangelho de Mateus, que agora foram reunidos nesta coleção de mensagens memoráveis. Aqui está uma exposição substancial e prática sobre o primeiro livro do cânon do Novo Testamento, um que servirá bem a igreja e será de grande utilidade em pequenos grupos, preparação de sermões ou estudo pessoal da Bíblia. Não sabemos ao certo quem escreveu o Evangelho de Mateus, mas, de acordo com o testemunho universal da Igreja primitiva, ele foi redigido por Mateus, um dos doze discípulos. Mateus foi chamado quando trabalhava como coletor de impostos, uma das profissões mais desprezadas que um judeu poderia ter. Contudo, por causa de sua experiência na função, ele estava familiarizado com listas e genealogias do registro público, as quais utilizava para conhecer o histórico familiar das pessoas tributadas. Ele também era, sem dúvida, culto e provavelmente falava duas ou três línguas. Portanto, o trabalho como coletor de impostos – sob a providência de Deus – foi uma preparação do Senhor para o início da tarefa mais célebre e importante de Mateus. Seu livro tem sido considerado, até mesmo por críticos do cristianismo histórico, como o melhor livro já escrito.
“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim (v. 18). Esta afirmação inicial é rica em conteúdo, por mais breve que seja. A palavra usada aqui para o nascimento de Jesus é gennēsis. Nossa palavra gênese vem do grego ginomai, que significa ‘ser, tornar-se ou acontecer’. Mateus está afirmando que foi assim que Jesus veio a ser, o que, conforme observamos no capítulo anterior, coloca seu nascimento no âmbito da história, e não da mitologia.” (Page 15)
“Quando ela brilha através de nós, as pessoas enxergam nossa contribuição a este mundo agonizante.” (Page 81)
“Em um aspecto, Jesus está dizendo que, por causa da integridade dos cristãos, não deveria ser necessário fazer votos.” (Page 101)
“Ser humilde de espírito, nos termos bíblicos, significa ser pobre de arrogância.” (Page 61)
“Quando a gravidez de Maria foi descoberta, José, um homem justo – e que também era manso e atentou cuidadosamente para a observância da lei de Deus – não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente (v. 19).” (Page 16)