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A Carta aos Gálatas foi escrita com dois principais propósitos em vista: o primeiro foi a defesa do apostolado de Paulo, e o segundo, a defesa do evangelho anunciado por Paulo. Os judaizantes minimizavam a autoridade de Paulo afirmando que ele era inferior aos apóstolos de Jerusalém.
Paulo, porém, afirma que seu apostolado e sua mensagem não tinham procedência humana, mas divina. Ao mesmo tempo a Carta aos Gálatas contém tanto uma advertência séria contra o legalismo como também um combate veemente à libertinagem.
Paulo não confundia liberdade com libertinagem. Ao invés de afrouxar os padrões, o apóstolo ensina exatamente o inverso. Gálatas é carta magna da liberdade cristã. A liberdade que nos toma pela mão e nos conduz à prática do amor.
“Paulo não vivia mediante a sua própria vida; era animado pelo poder secreto de Cristo. Assim como a alma energiza o corpo, também Cristo trazia vida a seus membros. Os crentes vivem fora de si mesmos; eles vivem em Cristo.” (Page 125)
“Gálatas é o coração do evangelho. Ela proclama tanto a liberdade cristã como a universalidade do evangelho.” (Page 13)
“Em segundo lugar, a defesa do evangelho proclamado por Paulo.” (Page 20)
“A Carta aos Gálatas foi escrita com dois principais propósitos em vista: o primeiro foi a defesa do apostolado de Paulo, e o segundo, a defesa do evangelho anunciado por Paulo.” (Page 19)
“Em Cristo somos livres, verdadeiramente livres; livres não para pecar, mas para cumprir a vontade de Deus.” (Page 217)