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O evangelho de João é um reservatório inesgotável de onde jorra abundantemente o conhecimento de Jesus. Foi escrito para conhecer aquele que se apresentou como o pão da vida; a luz do mundo; a porta; o bom pastor; o caminho, e a verdade, e a vida; a ressurreição e a vida; e, a videira verdadeira.
Aqui, sete milagres são registrados para confirmar a divindade de Jesus Cristo. Ele transformou água em vinho, curou o oficial do rei, levantou o paralítico de Betesda, multiplicou pães e peixes, acalmou a tempestade, curou em cego de nascença e ressuscitou Lázaro. Diante dessas evidências irrefutáveis, só nos restam três opções: Ou Jesus é um mentiroso, pois afirmou ser quem não é; ou ele é um lunático, pois pensou ser quem não é; ou, então, ele é o Filho de Deus.
Para provar que Jesus é o Filho de Deus, e que só nele temos a vida eterna, é que este evangelho foi escrito. Sacie sua alma nessa fonte bendita! Boa leitura!
“Em primeiro lugar, Jesus anuncia sua partida (13.33).” (Page 359)
“Morando em Éfeso, capital da Ásia Menor, e já enfrentando todas as ameaças do gnosticismo emergente, uma ameaçadora heresia que atacou a igreja nos três primeiros séculos, João escreve esse livro para enfatizar a verdade incontroversa de que o Filho de Deus, o Verbo eterno, se fez carne e veio habitar entre nós.” (Pages 8–9)
“Em primeiro lugar, o livramento da condenação (3.16).” (Page 95)
“A palavra semeion demonstra que Jesus queria que as pessoas olhassem além dos milagres, ou seja, para o seu significado” (Page 56)
“Em terceiro lugar, o novo nascimento não equivale a ser uma pessoa profundamente religiosa (3.1).” (Page 84)